Sábado, 27 de Setembro de 2008
Palavras

 

Coincidências, acasos, vivencias, situações comuns, lidas…. Tudo fontes de nada concretas, evidencias dos acasos da rotina, trajes de uma bandeira formada de cartões, especulações do não saber, o preencher de ilações trazidas pelos ventos remotos e pelas nuvens de um poder súbito. Chama-se acontecimentos do desconhecido ás palavras submetidas.

 



publicado por Isabel Duarte às 15:25
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Pergunta e resposta

 

Bom, será que as evidencias estão colocadas sempre nos projectos que são propostos pela natureza das leves almas??? Pergunto… sem que uma resposta súbita me apareça.
A resposta provavelmente será evidente para os olhos das trevas mas, para os olhos “humanos” não será, nem estará evidente como o desejado de sempre… respostas rápidas.

 



publicado por Isabel Duarte às 15:06
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
Laços

 

O assumir de prazeres, não implica que as situações se tornem mais concretas, não mostra além dos sentimentos já presentes, não caracteriza o que não é mostrado para lá das fronteiras, mas apenas simboliza o objectivo que se vai criando a poder de laços.


publicado por Isabel Duarte às 16:46
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008
Esperado

 

O acontecer do esperado, foi a salvação do medo. Esse medo terminou e a esperança se levantou. Silêncio de palavras e de gestos, traz o desejo de á muito tempo esperado. Concretizou-se, sem um pensar e sem o afastar de trevas.
 


publicado por Isabel Duarte às 22:22
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Agitação

 

Uma agitação e o mover de ventos foi trazida novamente. O medo sobe e as saudades crescem. A presença é boa, a ausência enlouquece. A queda desesperada é erguida pela maré que é trazida
pelo segredo e pela silenciosa palavra.
 


publicado por Isabel Duarte às 22:20
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Novo início

 

A admiração é algo que meche com os sentidos mágicos do acordar.
É o tempo espaçado de ventos que trazem maré alta. É o correr para versos positivos, versos de trevas passadas.
 


publicado por Isabel Duarte às 22:15
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008
Sentido

 

A vida tem um sentido mágico dimensional. A ironia do destino passado trás os fantasmas, trás as recordações dele, que não permitem um presente livre, um presente de emoções fazendo com que o que aconteceu volte a acontecer mas de forma oposta.


publicado por Isabel Duarte às 15:55
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008
Ironia

 

A ironia trouxe amizades, que andavam perdidas, esondidas, embora sempre presentes, mas sem a conta dessa presença.
A ironia trouxe uma presença que agora se torna ausente após uns segundos.
A ironia também trouxe desavenças que por amizade pura e transparente não desmuronou.
A ironia trouxe um abrir de conselhos, um abrir de emoção, um culminar de mensagens, um culminar transversal.
 

 



publicado por Isabel Duarte às 14:21
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008
Presença do dia

 

O dia da tristeza, alegria, mentira, conquista, surpresa, medo, agitação, encanto, desilusão, desejo, desespero, arrependimento, saudade, dadiva, emoção, palavras, gritos, choro, amor paixão, entrega, dor, fim do inicio, é marcada num único sentido o sentido da presença.



publicado por Isabel Duarte às 18:47
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O que é...

 

O sol brilhou, a lua nasceu, naquela manhã de sexta-feira.

Com um acto banal que uma das estrelas esperava a terra cintilar, estremeceu, vibrou e se recatou, a partir desse momento.

A aproximação foi chegando cada vez mais, e o sortudo a esperar foi a estrela lunar, mas por um medo que essa estrela lhe coordenava, que ainda hoje em dia é contínuo, e não explicável, conseguiu afasta-los, separando a estrela lunar da terra cintilar.

Com mudanças inesperadas na vida da terra cintilar, algo continuava presente, não sabendo o que era, reparou que era a estrela lunar perdida e adormecida no inactivo da sua caixinha cintilar.

Entretanto, a terra cintilar sabendo que nada podia fazer e que o medo não a tinha deixado, abriu-se para um olhar solar, que passou e que a tinha despertado. As outras terras pensavam que era uma criação da terra cintilar, mas a verdade é que estava a crescer dentro dela uns olhares iluminados de uma estrela solar que se trocaram, mas que por tristeza dela, não passaram de olhares passageiros e de certo modo constantes e com posições não defendidas.

Toda a sua existência era agitada e uma nova novidade acordou do adormecidoa estrela lunar tinha entrado em acção novamente e a estrela solar tinha passado a uma realidade coordenada de movimentos por outras terras…o coração da terra cintilar se dividiu…. Hoje com assuntos constantes que ainda são enfermos….O mundo abalou e a confusão chegou, isto porque a novidade altissonante abalou os seus sentimentos.

Nesse momento a terra cintilar reparou que tinha dois amores. Época então, em que a terra cintilar vivia numa espécie de agonia, sem saber para onde olhar e sem saber o que a espera, vivia no medo de avançar e de ser feliz …. Será que um não é para desculpa do outro?! Qual seria o sortudo?! O que fazia á sua razão de ser?! Não sabia quem era….

Uma atitude foi tomada, o último impulso chegou e a volta a dar foi-se entregar á estrela solar que era o amor de muito tempo, a admiração da afeição que é de tempos o mesmo. Por três dias a radiação da terra notava-se e a felicidade crescia através dos sorrisos medrosos e dos mimos derretidos, mas tão depressa essa felicidade veio como foi, uma vez mais que tudo tinha passado de uma mera especulação e tudo tinha sido um erro, pois a estrela recuou. Sentia-se abandonada, só, levada pelas trevas das estrelas.

Esse recuar foi algo que a terra cintilar nunca tinha pensado porque não eram indiferentes os sentimentos mas, pelas falhas das palavras escapou-se o brilho em que a terra foi abalada, por caminhos que nunca foram cruzados nem encontrados.

Por incrível que pareça a ilusão e o feitiço acabou numa sexta-feira depois de muito choro, raiva que se tornou para as terras que estavam em torno. O universo fechou-se e tudo acabou porque a ilusão vivida passou para a realidade já muito sentida.

Hoje a terra cintilar já sabe quem é, o que faz e quem é a perfeição do mundo.



publicado por Isabel Duarte às 18:30
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